Quem Somos

O Café Belgrado é um projeto de mídia de basquete dedicado a falar de basquete com quem ama a modalidade. Produzido por Guilherme Tadeu e Lucas Nepomuceno, o “Belgradão” é considerado um dos maiores podcasts do país, tendo sido o sétimo mais ouvido em Esportes no Spotify em 2020. O Café Belgrado não se limita, porém, à produção de podcasts, tendo uma presença relevante nas redes sociais e, sobretudo, iniciativas inovadoras na área do streaming de esportes, levando uma ampla gama de jogos para sua base de fãs. Atualmente, o Café Belgrado integra o FIBA Stream Team – projeto de co-transmissão oficial com a entidade máxima de basquete do mundo – e o Twitch Sports Team. Guilherme e Lucas roteirizam, produzem, apresentam, comentam e editam os podcasts, bem como cuidam da parte comercial e das relações institucionais do Café Belgrado.
 
Guilherme Tadeu tem projetos com basquete na internet desde 2003, tendo criado, desde então, o Draft Brasil, Giro no Aro e o Basketeria. À parte isso, tem carreira acadêmica como historiador e sociólogo, com Mestrado em Ciências Sociais (Universidade Federal de São Paulo) e Doutorado em História (Universidade Estadual de Maringá), e cursando atualmente o pós-doutorado na Universidade Federal de São Paulo. Tem um livro publicado chamado Terrorismo: um conceito político (CRV, 2015).

Lucas Nepomuceno escreve sobre basquete desde 2004, tendo sido colunista do Draft Brasil e do Basketeria, onde conquistou o reconhecimento como um dos grandes especialistas em Salary CAP e na CBA da NBA da mídia esportiva – além da fama de “torcedor símbolo do Phoenix Suns no Brasil”. À parte isso, tem carreira como empresário. É contador formado pela Universidade Federal do Ceará e tem MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.
 

A BASE DO CAFÉ BELGRADO: FINANCIAMENTO COLETIVO

Este projeto só é possível por conta deste crowdfunding uma vez que o Café Belgrado é 100% independente. Não tem nenhum grupo de mídia envolvido no projeto, nem mesmo parcerias de divulgação com qualquer portal de qualquer natureza. Prosperar em ramo tão competitivo demanda esforços cavalares da dupla, que certamente não seriam possíveis sem a base de apoio que sustenta o projeto.

Em virtude do tamanho do desafio, o Café Belgrado teve que criar um modelo de financiamento que é único no mercado, alternando uma intensa produção de podcasts que vão para todos os aplicativos e agregadores do país com um número significativo de podcasts fechados, exclusivo para apoiadores. Em 2019 e 2020, a dupla deu dois novos passos: i) a produção dos podcasts spin-off  Pingado (Todos Esportes não NBA) e Elástico Mental (Cultura, no sentido amplo); ii) a expansão de mídia para produção de conteúdo de vídeo, produzindo conteúdo espalhado via Twitch, Youtube e Twitter.

Pareceria insano em 2017 imaginar que em apenas três anos chegaríamos em tantos ouvidos e em tantos lugares. Que organizaríamos o Belgrapalooza, um dos maiores eventos de podcasts esportivos que o país já viu; que seríamos hosts de um evento na NBA House; que participaríamos das entrevistas da NBA, falando com nomes como Luka Doncic, James Harden, Kawhi Leonard, entre outros; que teríamos uma música do Belgrahit tocado no telão do Pedrocão; que nosso conteúdo fosse incluído como parte do pacote do Sócio-Torcedor da Unifacisa, um dos mais inovadores projetos de basquete do país; que estabeleceríamos uma parceria com o Corinthians que colocaria nossos apoiadores e ouvintes para assistir as partidas de basquete de dentro de quadra; que teríamos uma parceria com o Cine Belas Artes de São Paulo, que tocou um trailer do Café Belgrado antes da Sessão de Space Jam; que receberíamos assistência da Embaixada da Eslovênia no Brasil para a produção da série The Next Dance sobre Luka Doncic; que transmitiríamos um Corinthians x Palmeiras (ok, é sub20) com direitos de transmissão em nosso canal na Twitch; que criaríamos uma edição limitada de nosso boné em parceria com uma empresa vendida nas principais lojas de varejo do país; que receberíamos um salve do Molejo em função de um belgrahit; que teríamos um podcast de cultura no qual entrevistaríamos Daniel Furlán, Caíto Mainier e, pasmem, Edu Lobo, um dos maiores compositores da história da música brasileira;

Essa abrangência e esse grau de ousadia das jornadas belgradenses podem dar a impressão de um tamanho que sinceramente não temos. Somos dois caras nascidos em 1984, assim como LeBron – sempre bom lembrar, que produzem de casa e têm ajuda de um caminhão de amigos. E as coisas vão seguindo. De maneira irresponsável, nunca dizemos não às oportunidades que nos parecem boas, mesmo que se apresentem ali como inatingíveis. A maior parte delas dá errado, como vocês devem imaginar. No entanto, como se nota no parágrafo acima, muitas vão adiante. E algumas se tornam parte dessa jornada inacreditável que tem sido percorrida.

Nada disso seria possível sem esse programa de financiamento. É ele, basicamente, que estrutura tudo. É a partir dele que podemos nos dedicar mais. É por conta dele que temos noção de que uma ou outra coisa podem dar errado, mas que seguiremos trabalhando, porque temos quem acredita no que estamos fazendo. No final das contas, somos um podcast, um áudio que toca no seu ouvido por 45, 50 minutos. Mas se você chegou até aqui, acho que você já entendeu que é bem mais que isso.